quarta-feira, 23 de agosto de 2017

que saudades de você

que saudades de você

ando me dividindo intermamente, nos ultimos tempo, na dicotomia saudades x raiva. tem dia que dá raiva, muita raiva, mas não é isso hoje e nem do que preciso falar hoje. hoje eu to com saudades.

a necessidade de escrever gritou quando senti quente minha lagrima chegar ao meu punho, numa gota pesada. pesado gotejamento. que saudades de você

eu sei que não da mais, eu sei que é passado. eu sei, eu sei, eu sei. Racionalmente eu sei tudo. mas como a gente explica isso pro nosso eu sensivel lá no fundo?

prefiro me apegar no que a psico disse: não é retrocesso, é parte do processo. tem dia que a gente tá bem, tem dia que não tá. "Faz parte da condição humana" - gostei, é isso mesmo.

to menstruada, to alegre com meu copinho novo, porém to sensível, é isso.

Tempo, tempo, tempo, só ele mesmo.

Tá ficando tudo bem, mas agora tá foda. Do começo do texto até esse momento já melhorou (santa escrita!). É do dia, é da hora. Vai passar

domingo, 20 de agosto de 2017

e aí, a gente fala de você?
Lembro-me de quando vi textos antiigos da marcella que eram claramente sobre fins de namoro. No plural mesmo porque eram aparentemente vários fins, pelas datas. Não entendia, óbvio, cabecinha de nenê. Hoje acho que entendo.

Escrever, num sei, organiza as coisas (again recitando o Régis). Não é querer enviar uma mensagem, não é querer expor, é só... querer pensar melhor, querer falar. A garganta dói quando a gente não fala. E por que diabos eu deixaria uma dor afetar a mim mesma quando está nas minhas mão um alívio? Não ouso dizer soluçao porque, entre os tropeços que levei, pude concluir empiricamente o velho ditado: tem coisas que só o tempo.

E lá vamos nós.

Estou com fome nesse momento. Ela está brigando com a preguiça de ir até a cozinha pegar algo, mas a dor de cabeça está comprando a briga pro lado da fome. Penso no que está na geladeira... me vem a mente o leite de soja. Sem sabor, o mais ruinzinho. Ele tá lá, fechado ainda. Ele tá lá.
Tomá-lo significará algo? De maneira literal, não. No máximo, vai me aliviar um pouco. Porém... não consigo deixar de pensar num processo antropofágico. Ele é você, é uma partinha de você aqui. Estarei te engolindo, te processando, e, depois, te expelindo. Meio canibal e nojento, mas cabe bem ao campo simbólico. Pensar no gosto da soja já me traz todos esses pensamentos.

Acho que a metáfora cabe bem ao que estou vivenciando. E, diabos, como é doloroso! Com o tempo, menos (amém), mas ainda assim... recaida é o que não falta. Tipo droga mesmo. Mas droga é a gente e um objeto. Gente e outra gente é bem mais complicado.

Esse processo é cheio de altos e baixos. Lembro-me de que você mesmo já me falou algo assim uma vez "tem uma fase que a gente odeia muito, mas depois fica um carinho". Não posso negar que passei, talvez ainda esteja passando, a fase do ódio. Lembrar de todos os problemas, todos os erros, palavras não cumpridas, oscilações, contradições, irresponsabilidades... e de novo me vem o já conhecido nó na garganta. Passei dias inteiros assim, confesso. No final, talvez também por exaustão, porque esses pensamentos cansam, eu lembrava de mim mesma. A falta de experiência me fez errar absurdos, e eu sou uma pessoa, infelizmente, não criada para o erro. To tendo que aprender sozinha, nesse nascer da minha idade adulta, e abracei a causa. Se o racional é meu forte, no polo oposto faltou trabalho pensei em Fisica, confesso. Enfim, lembro de mim mesma. Não sei se a balança se equilibra no fim, não sei se sou apta a julgar o equilibrio dessa balança, não sei se há balança. Sei que tudo vem, tudo vai, tudo volta na mente. O gostoso e esquisito é que vai minguando, minguando, dores e carinhos, vão minguando, más e boas memórias, vão minguando, desilusões e (as poucas) surpresas, vão minguando... e em alguns momentos tudo se concretiza como passado. "Foi meu primeiro namoro", diria a outros, no pretérito perfeito mesmo. Internalização é um processo. Tem suas falhas, seus baques, mas parece que está dando certo, pelo menos é o que sinto. O lugar lá dentro que doía já tá abraçando o "acabou".

sábado, 19 de agosto de 2017

rompendo as algemas

não sou limitada a trinta linhas
não sou limitada a trinta linhas
não sou limitada a trinta linhas
não sou limitada a trinta linhas
não sou limitada a trinta linhas
não sou limitada a trinta linhas
não sou limitada a trinta linhas
não sou limitada a trinta linhas
não sou limitada a trinta linhas
não sou limitada a trinta linhas
não sou limitada a trinta linhas
não sou limitada a trinta linhas
não sou limitada a trinta linhas
não sou limitada a trinta linhas
não sou limitada a trinta linhas
não sou limitada a trinta linhas
não sou limitada a trinta linhas
não sou limitada a trinta linhas
não sou limitada a trinta linhas
não sou limitada a trinta linhas
não sou limitada a trinta linhas
não sou limitada a trinta linhas
não sou limitada a trinta linhas
não sou limitada a trinta linhas
não sou limitada a trinta linhas
não sou limitada a trinta linhas
não sou limitada a trinta linhas
não sou limitada a trinta linhas
não sou limitada a trinta linhas
não sou limitada a trinta linhas
nem a 31.


Só para marcar o espaço. Escrever pode ser tão gostosin... 

O texto do travesseiro

Um bom tempinho depois, aqui estou, disposta a escrever um textinho.
Na verdade, não tão disposta... A série não carregava, mas já queria fazer isso há alguns dias.

Queria começar falando que to achando o título do blog bem ruinzinho, mas ainda não consigo achar algo melhor, porque, feliz ou infelizmente, breguinha e clichêzinho assim, ele está definindo bem a proposta. Anyway

Várias vezes, meu irmão (Régis) comentou comigo sobre os textos incríveis que vinham à mente dele quando se deitava para dormir, e de uns dias para cá venho experimentando do mesmo.
O dia corre, de uma maneira ou de outra, com tudo planejado ou não. São tantas informações fluindo rapidamente pelo cérebro, que o tempo da inspiração não existe. E você pode determinar um horário, sentar-se frente ao computador, e... nada. É você e o cursos da escrita piscando, compartilhando da folha em branco.
Penso que esse "fenomeno" da inspiração ao deitar-se vem do momento de pausa que lhe é próprio. As coisas do dia e do futuro (incerto) percorrem a mente, mas o fato de estarmos parados, ou quase, nos impede de fazer algo naquele momento, e quando fazemos (quando pegar o celular para anotar um lembrete pro dia seguinte), sinto que a inspiração some.
Me pergunto se levantar na hora e ligar o computador seria eficiente. Mas tem a hora, sempre a hora, apitando do lado "7 horas e 37 minutos até o despertador tocar", e parece que ler isso faz soar um cronômetro mental "estou perdendo horas de sono; como vou render amanhã?", então escrever deixa de ser opção. É hobby, né? Pra quê um hobby quando temos de produzir? Imagino que todos saibamos e sintamos a incongruência ou, no mínimo, a tristeza desse fato, porém nos mantemos sem opção, ou quase. Algo se sacrifica, não há como. Pensamentos assim me levam a entender mais um sentido da famosinha frase "vivemos tempos sombrios".

Pois é, acho que por hora é isso. É noite, não estava/estou muito inspirada, porém parece que, ao escrever, a inspiração floresce em algum canto do ser. Que bom... há luz na sombra.

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Paris is Burning - Resenha

  


  Paris is Burning é um documentário produzido e dirigido por Jennie Livingston, lançado no ano de 1990, que traz como tema o cotidiano de homens gays, em sua maioria negros ou latinos, assim como de transexuais e drag queens, na cidade de Nova Iorque.

  O documentário foca-se na existência e significado dos bailes realizados por diversas comunidades gays, às quais muitos referem-se como famílias. Focando-se em uma pessoa por vez e mostrando sua história, é perceptível, após algum tempo, a existência de fatos em comum a todos, como o abandono e rejeição pela família biológica, enfrentamento da violência na sociedade, dificuldade de ascensão social e financeira – principalmente dos negros – e a busca por um local para expressar-se livremente, no qual haveria apenas indivíduos que compartilham de dificuldades parecidas, o que, justamente, levam-nos a criarem uma família própria.

  O baile era o local da livre expressão. Tratava-se de um encontro onde haveria competições nas mais diversas categorias, desde “A Menina Linda” a “Roupas Esportivas de Inverno da Alta Moda”, sendo justamente essa diversidade o que permitia a participação de quem desejasse, de todos que procuravam receber, em um momento de suas vidas, aplausos por serem exatamente daquela forma. Como citado pela drag queen Pepper LaBeija, mãe* da casa LaBeija, muitos que ali chegavam não tinham onde dormir, nem mesmo o que comer, e procuravam nos bailes um refúgio da sua própria realidade. Grande parte dos desfiles, nas competições, eram referentes a modos e costumes da sociedade branca (classe alta americana), como o uso de vestidos de gala ou ternos executivos, representando o desejo e, ao mesmo tempo, a impossibilidade de pertencer a essa classe, devido a sua cor de pele atrelada a falta de oportunidade.

  A violência também mostra-se constante. A travesti Venus Xtravaganza cita um momento em que um homem, ao saber de sua identidade de gênero, ameaça matá-la naquele instante, assim como um garoto de 13 anos, no início do documentário, conta que está na rua, de madrugada, pois os pais estão mortos. De uma maneira geral, todos possuem um histórico de agressões devido a identidade de gênero e/ou orientação sexual.

  O documentário consegue sintetizar, em pouco mais de uma hora, a homofobia, transfobia e discriminação racial presentes na sociedade americana no final do século XX. Dessa forma, é interessante analisar, de um viés histórico, os avanços alcançados em pouco mais de vinte anos – como o casamento homoafetivo em todo os EUA – assim como a persistência e até crescimento de uma “onda conservadora” que insiste nesses meios de agressão. Como herança para o próprio meio LGBT, há gírias que continuam a serem usadas, e ficaram mais famosas no meio com o programa RuPaul’s Drag Race, apresentado pela drag queen RuPaul. Como já então fã do programa (e após “ralar” para compreender alguns significados, juro) ouso deixar aqui um mini glossário de termos que já têm história:

Shade: ofensa, ofender, “soltar o verbo”;
Work: esforçar-se, arrasar;
To read: fazer comentários satíricos sobre outra pessoa;
Shantay: maneira de referir-se a alguém (assim como sashay);
Voguing: estilo de dança, com poses referentes a revista Vogue; como citado no documentário: “uma forma de competir, de ‘ler’ alguém na dança”;

*mãe era o “título” dado à pessoa responsável por determinada casa, ou família, devido ao tempo no local, ajuda que oferecia aos mais novos, entre outros.

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Amar, verbo transitivo

Ame-me
Diz a gramática
Do professor e do aluno
E do poeta metido
Mas o bom negro e o bom branco
Da Nação Brasileira
Dizem todas as noites
Deixa disso camarada
Idade não é nada
Me ama.


(Aham, estou me dando o direito de juntar Mário, Oswald e brincar em cima, estou)

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Você não sai da escolha

Eu sei que é platônico, mas é tão profundo. Já desisti, há tempos, de correr em fundos labirintos emocionais e dali retirá-lo - a gente sabe que não consegue. Só que eu não posso deixá-la. Não abandonarei uma parte de mim para não recria-lá mais forte em outra. Para não interligá-las.

Matéria a base de talco aprisionar-se-a em meu armário. Brilhinhos castanho claro, em mim. Sua força, em mim. O abraço dos meus sonhos, em mim. O sorriso mais meigo, a calma das minhas conversas jamais ouvidas, em mim. E te devolverei em Medicina.

Não ouço não. Não sei não ser boa. Não, não, não NÃO! ........ "escolha"

Escolhi. Não serei boa. Compensarei sendo excelente. Minha consciência grita-me.

Há cura. Não sei ouvir não. E eu posso achá-la. E com a beleza de seus detalhes em mim, acharei.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Do abraço



Por que a vontade tange a necessidade?

Não é deixar de ganhar, mas não ser como gostaria. Por mais possível que seja o controle (após um tempo), a falta desnorteia-me como quem perde todos os sentidos momentaneamente.
E não há quem ou o que culpar - como posso exigir que o outro saiba?
Soa simplório - até idiota, imagino -  aos ouvidos de quem chega. Oportunidade não me faltará, certamente, e um ato daria-me o que almejo, porém não quero arriscar a atitude unilateral. 
Forte e delicado: intenso. Tempo deixa de existir, não é em instantes. Apenas é. Olfato torna-se um dos meu melhores amigos, levando ao fundo a sensação da presença, e nem questiono as limitações do toque físico, entretanto, me rompe o instante imprevisto da quebra do laço, e a dor do nó que desce a garganta perante a aceitação passiva, impotente.
Contudo, espero. Meses ou anos? Espero. Com calma e tranquilidade simultâneos ao desespero que, por tudo, não quero que se transforme em exigência, espero. 
Dos embates razão x emoção internos eternos, só me resta afirmar que minha vontade aumenta na mesma razão da angústia quanto à certeza da sua futura não presença.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Texto a quem me inspirou a escrever

Um sábado a tarde e eu poderia simplesmente ver o tempo passar ou me descabelar com infinitas matérias que estão sempre atrasadas. Não. Após ler uns blogs seus mais antigos, me inspirei pra te escrever para esse dia. Não tinha muita certeza se deveria, até porque não quero parecer "puxa saco", porém gostaria de falar um pouquinho sobre você, Má, e suas aulas esse ano...


No começo, a impressão da maioria era a mesma: grossa, ríspida, fala o que pensa e com a maior sinceridade possível, ponto que considero louvável, porém todos passam a ter um pé atrás pra falar com você, até mesmo para tirar dúvidas, mas com dois meses isso já passa. Fui diferente. Chegava aos meus ouvidos antes de janeiro frases como: "você vai ter aula com a Marcella Rosa? Nossa, que sorte, ela é foda, mas sabe ser muito grossa também", o que me levou a começar suas aulas com os dois pés atrás. Nunca gostei de escrever, redação era uma das piores matérias (eu tirava nota, mas fazia de mau gosto), e ligando os pontos tive certeza de que a azia me acompanharia todas as quartas-feiras de manhã. Como exemplo tem o dia em que na aula, diante de textos, questões, explicações e mil coisas, eu travei e da minha boca só conseguiu sair o pedido para me retirar da sala. Chorei.. o que precisava fazer há tempos por causa de redação, da dificuldade que tinha (por mais que seja orgulho, não aceito não ser boa em alguma matéria, estudar é o que faço de melhor). Você conversou comigo depois, me falou pra eu ser forte (tudo bem se não lembrar) e confesso que depois me senti um tanto quanto envergonhada por me mostrar tão fraca diante de alguém como você. Pois bem, o tempo passou e fui me acostumando, você era muito mais afável do que eu imaginava, e o meu conforto com a aula cresceu quando eu, finalmente, entendi o que era uma dissertação (você não tem noção de como eu passei a encarar a matéria depois disso, juro).

Já mais calma, escrevia. Não adiava mais as lições, comecei até mesmo a fazer com vontade, confiando na gramática, na maior parte das vezes correta, que a leitura me provera. Por volta dessa época meu irmão entrou no Pandora, já com a escrita maravilhosa que tem e pensando o mesmo que eu no começo do ano quanto a você. Contudo, em menos aulas ele mudou, e a palavra "legal" passou a unir-se ao seu nome quando esse era o assunto. Com o tempo, mais palavras. Ele adorava (e adora) suas aulas e percebeu que você não é "grossa" (usei a palavra até agora mas a considero muito forte, mas é o que falávamos), apenas não forja uma delicadeza. Apenas é você. Nossas opiniões bateram nesse ponto, até o dia que ele me contou que, escrevendo uma redação no pátio do cursinho, você passou olhando, conversando com o pessoal, e quando bateu o olho na dele, disse:
- Que letra linda! Régis Cardoso... você é irmão da, da...
- Da Ingrid, isso.
- Ahh, ela é uma fofa e escreve muito bem.

Eu, de fato, fiquei meio incrédula quando ele me contou. Primeiro porque eu admirei por você ter se lembrado de mim, pois sei que vocês tem mais de mil alunos e é normal não se lembrarem, e também pela parte sobre eu escrever bem. Hoje, com mais segurança, sei que meus textos saem pelo menos bons, porém na época não fazia com metade do gosto com que faço hoje, por isso fiquei um tanto quanto pasma. Caramba, era um elogio vindo de você! Eu até pensei que tinha falado por falar, mas sei da sua sinceridade. E que você não fala nada por falar.

O tempo passava, e mais vezes entre conversas o Régis me dizia: "Ela gosta de você, Inguinha", e eu passava a acreditar nisso na mesma proporção em que meu carinho por você aumentava. Tão forte, decidida, sabe defender o que pensa de uma forma admirável, o que é no mínimo encantador pra quem ouve e encontra tanto sentido nas suas palavras. Mesmo eu, que me vanglorio por não aceitar nada de cara, de ninguém, por mais que me questionasse sempre concluia o quão lógico era o que ouvia. Somado a isso, quando li seus textos, senti em cada linha pela qual meus olhos percorreram a Marcella tão sensível que existe ali. Me recuso a por em poucas palavras o que há por trás de todas as suas, só digo que elas tocam, e como tocam.

Os últimos anos da minha vida têm me trazido mudanças enormes, em todos os níveis. Sempre amei conhecer, aprender, entender como tudo funciona, e esse ano no Pandora, com a maioria dos professores, tenho recebido mais do que conhecimento quanto à matéria, para ser aplicado num vestibular, mas sim ideias que levarei comigo para a vida, que estão me formando, que respondem a muitas das minhas perguntas. Ah, como argumentar é bom! Essa época de eleição que passou eu "comprei" tanta discussão e soube findá-las, mesmo que sem convencer o outro (e sem ser convencida), mas a sensação de saber o que falar é ótima. Eu evito declarar uma posição quanto a algo com a idade que tenho, ainda mais porque tudo veio como uma avalanche até mim, mas sei com o que me identifiquei, e sei de quais aulas vieram muito disso.

Se ser professor é fazer com que o aluno entenda e goste do que vê, dispenso comentar seu êxito. E quando junto a isso a pessoa que ensina é única, desperta em mim verdadeira admiração. Não queria cair no clichê do simples "obrigada", mas sou tão grata a você por todas as aulas que tive, e me sinto no mínimo sortuda pelas que terei. Do conjunto de ideias e opiniões que me formarão mulher amanhã, tenha certeza de que nele há a doce e profunda marca de um batom vermelho.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Corrida contra o tempo

Vontade de parar tudo e terminar aquilo que tenho de fazer
Ilógico
Valerá a pena perder horas de sono?
Necessidade.